Parece-me que hoje vou renunciar a todos os blocos noticiosos que metam um senhor chamado há dias à AR para falar de um suposto polvo mas que só apareceu agora para não ser engolido pela maçada das notícias da Madeira que ameaçavam retirar-lhe o protagonismo que dá sentido à sua vida.
26/02/10
09/02/10
07/02/10
27/01/10
Tal e qual, CB
«Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Pablo Neruda
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Pablo Neruda
18/01/10
Vim cá só para desabafar
Estúpida, imbecil, arrogante, histérica, atrasada mental, pateta, áspera, desagradável ao ouvido. Ah, e também intolerante e preconceituosa e insolente. Maldosa de quando em quando, insuportável todos os dias.
05/01/10
Pergunto eu
Não polui, não transtorna, não agride, não consome energia, não corrói, não suja, não aumenta a despesa pública, não magoa, porque é que se há-de referendar?
04/01/10
28/12/09
Piso menos três completo do Centro Vasco da Gama três dias depois do Natal
Será da chuva, dos saldos, da semana atípica ou estamos já a falar de uma patologia compulsiva?
15/12/09
Um caixote de lixo cheio de lenços de papel e um nariz vermelho...
...devem querer dizer qualquer coisa. E não é boa.
12/12/09
Mayday Mayday Mayday
Um serralheiro de manhã, duas centenas de trolhas ao almoço, um adjunto de construtor ao jantar.
09/12/09
07/12/09
30/11/09
Tudo muito bonito, pois
Esta coisa do sofá e da manta e do chocolate e do livro e da chuva lá fora só tem graça até ao último ventil minibox.
25/11/09
15/11/09
30/10/09
Sexta-feira
Foi uma semana que arrancou com tecnologias de informação, evoluiu para o fascinante mundo da construção civil, rasou o Alentejo profundo para aterrar num resort com nome de quinta. Cheira-me que o menu de fim-de-semana mete 90% de sofá e 10% de necessidades básicas.
27/10/09
19/10/09
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