ao dia oficial da reflexão, decidi-me hoje pelo argumento da "exclusão de partes": nunca deixaria de votar, não acredito no voto em branco, não consigo desrespeitar um direito conquistado com tanto sacríficio para votar nulo, não me sinto representada pelo actual presidente, quero um presidente da AMI a exercer em pleno as suas funções, parece-me que o Jerónimo estará a pensar reformar-se, não consegui perceber a utilidade da candidatura do médico de Viana do Castelo e não vejo a hora de ver um certo coelho regressar à sua toca madeirense e nunca mais voltar ao continente.
21/01/11
19/01/11
Hoje
descobri que, além do trabalho em part-time, há também o casamento em part-time. Dizem os académicos que se trata de um modelo emergente nas sociedades modernas. Está certo. A ideia do marido e mulher às terças e quintas das seis às sete tem o seu encanto e também algumas vantagens sobre o convencional e maçador contrato de casamento, que mete juras de amor eterno, mas que tem cada vez de mais de juras e menos de eterno.
17/01/11
"Os políticos são
como as fraldas: às vezes, é preciso trocá-las" diz José Manuel Coelho agorinha mesmo na TV. Nunca nenhum outro candidato a seja lá o que for me causou tanta repulsa como esta criatura que resume a sua campanha a um ataque grosseiro e primário ao actual presidente (bateu no fundo quando se deixou filmar em frente à casa de Boliqueime a verter impropérios sobre Cavaco Silva). O Tiririca ao pé deste Coelho é um senhor de fino trato.
16/01/11
Pois sim
é mais produtivo trabalhar em casa. É, pois é. Os telefones não tocam, o chefe não chama, os colegas não chateiam, não é preciso ir à rua fumar, não há emails urgentes para responder, o frigorífico está à mão de semear e a televisão também. Nem é preciso tirar o pijama e descalçar as pantufas. Uma maravilha. Um conforto só. Pois sim. Só não dá para perceber é porque é que, apesar disto tudo, não estou para aqui aos saltinhos de felicidade pelo trabalho estar a fluir de forma tão fácil e graciosa.
08/01/11
06/01/11
Este despertar
tardio para a ligação ambígua do presidente da república ao BPN, ao contrário do que se possa pensar, não constribui nada para elevar o interesse dos portugueses por uma campanha - que qual nado-morto - mal começou já tinha acabado. É esperar pelo dia 23, desligar a TV à noite para não levar com o discurso de vitória do homem que só precisou de nascer uma vez para ser honesto e pronto, 'tá feito. Desaparece o caso BPN, fica o presidente e regressam os "mercados financeiros".
05/01/11
13(2ª) mais 13(3ª)
igual a 26 noites de puro gozo, que ajudam os meus dias a passar mais depressa. Depois, é esperar por mais 13 (4ª).
04/01/11
Uma certa ideia
da União Europeia, assente em valores como a dignidade humana, a liberdade, a democracia e a igualdade, fraqueja quando um dos seus estados-membros, berço da cultura ocidental, acredita que isto pode ser solução para algum problema.
30/12/10
29/12/10
Estou quase
quase quase quase quase quase quase a conseguir não ver nenhum debate dos candidatos às presidenciais. O que basicamente me enche de satisfação, porque é sinal que estou a usar os meus tempos livres para coisas que realmente me tornam uma pessoa melhor e mais informada.
27/12/10
Sou capaz de tolerar 100
pessoas frias e antipáticas, sem sentido de humor, abrutalhadas e até arrogantes. Sou capaz de tolerar melhor um batalhão deste calibre do que levar com alguém que simplesmente não consegue dizer bom dia, um simples e inocente bom dia, antes de começar a regurgitar o mal que o atinge, normalmente um mal sem paralelo neste mundo apinhado de malcriados e de gente sem maneiras.
22/12/10
A propósito desta febre das listas do melhor e do pior de 2010
"A lista é a origem da cultura. Ela faz parte da história da arte e da literatura. O que a cultura quer? Tornar a infinitude compreensível. Ela também quer criar ordem - nem sempre, mas com frequência. E como, enquanto seres humanos, lidamos com a infinitude? Como é possível entender o incompreensível? Através de listas, através de catálogos, através de coleções em museus e através de enciclopédias e dicionários. Há uma atração em enumerar com quantas mulheres Don Giovanni dormiu: foram 2.063 pelo menos, de acordo com o libretista de Mozart, Lorenzo da Ponte. Nós também temos listas totalmente práticas - listas de compras, testamentos, cardápios - que, a seu modo, também são conquistas culturais (...) A lista não destrói a cultura; ela a cria".
Umberto Eco, em entrevista à "Spiegel", 2009
21/12/10
17/12/10
Vários "Find cheap
hotel rooms and discounts, book hotel rooms worldwide, reviews of hotels, flights and vacation rentals, hot hotels discouts" depois, sou rapariga para ir a uma agência de viagens e resolver tudo como antigamente, quando vivíamos num mundo sem online booking ou reply via email.
16/12/10
15/12/10
Entre muitas outras
coisas que o Natal tem de absolutamente irritantes - e que não cabem neste post, nem muito apertadinhas - está o lançamento desenfreado de livros que não interessam nem ao menino Jesus, por mais entediado que este esteja nas suas palhinhas.
14/12/10
13/12/10
Um presente para este Natal?
Um presidente que promulgue uma lei sem reservas, em consciência, com a certeza que está a assinar no sítio certo, sem 'opções normativas indubitavelmente questionáveis', e um presidente que não precise de dizer a toda a hora que tem resistente como nome do meio.
10/12/10
Três jornalistas da SIC aos gritos
em directo de Tomar à hora de almoço e um grande plano de um saco de compras de uma desalojada fizeram-me suspirar hoje pela novela do orçamento para 2011.
07/12/10
Ok, vamos
lá tirar o nosso dinheiro dos bancos. Que coisa divertida esta de tentar levar as instituições financeiras - buuu, que más que elas são - à falência. É que é mesmo gira esta iniciativa. Mas, pronto amanhã voltamos a pôr lá o dinheiro outra vez, certo, Cantona? É só mesmo para chatear, boa? Não é por nada, é só porque a malta precisa dos bancos para pagar casa e carro e mais umas coisinhas essenciais e não quer cá chatices.
06/12/10
30/11/10
Acho vergonhosa
esta mega campanha da WikiLeaks, fundamentada nas informações recolhidas por meia dúzia de bufos e chibos que nunca fizeram nada de produtivo na vida e conseguem agora os seus 5 minutos de fama à conta de um rol de denúncias que não se percebe bem a quem é que servem.
26/11/10
25/11/10
24/11/10
Com alguma pena minha, admito,
ninguém conseguiu convencer-me da utilidade desta greve geral a tempo de me decidir se devia ou não fazê-la. Na dúvida, optei por colocar-me no lado da barricada onde não estão os trabalhadores da Autoeuropa.
22/11/10
«Os blindados
estão pintados com o azul da PSP e têm dois bonecos "smiley" nos faróis». Tardaram mas chegaram em grande estilo, essa é que é essa.
18/11/10
A ideia
era uma visita de estado à séria, daquelas com honras militares, um saltinho aos Jerónimos para deixar flores no túmulo de Camões , reuniões e convívios bilaterais, troca de presentes, blá, blá, blá. Tudo como manda o figurino e tudo aquilo que um Estado depauperado não tem como pagar. A questão é que os norte-americanos não são cá de perder tempo com miudezas e trocaram uma visita de estado por uma de médico. Um curto encontro com o presidente, outro igualmente curto com o primeiro-ministro, um almoço no Palácio de Belém, uma reunião aqui e acolá na cimeira e ala que se faz tarde que a Michelle tem planos para o jantar.
16/11/10
15/11/10
Tenho tantas saudades
do tempo em que tínhamos um treinador de bancada dentro de cada um de nós em vez de um economista barra analista político.
10/11/10
09/11/10
Aí está
mais uma novela para nos distrair: a dívida pública. Será que vai chegar aos 7%? O Público online avança que está nos 6,966%, a RTP e a SIC garantem que superou a barreira psicológica dos 7%, a agência Bloomberg jura que registou uma taxa de 7,02%, a agência Reuters fica-se pelos 6,959%. Onde está a verdade?
08/11/10
Bonito de se ver
o desvelo com que Hu Jintao tratou o cavaleiro da GNR que caiu durante as honras militares. Bonito mesmo. Durante um minuto, quase poderia ter sido confundido com um presidente de um qualquer país democrático deste mundo que não tenha por hábito manter enclausuradas pessoas que defendem coisas absurdas e altamente subversivas como o fim do regime de partido único, a independência do poder judicial ou a liberdade de associação.
05/11/10
03/11/10
02/11/10
É vira o disco
e toca o mesmo. Qual vitória simbólica, qual marco histórico. A vitória de Dilma é boa para ela, para os brasileiros que lhe confiaram o voto e para Ahmadinejad, com quem pretende manter e até reforçar os laços de pueril amizade. Desde quando género tem relação directa com competência?
29/10/10
A combinação
de directos a partir do Instituto de Protecção Civil com as últimas novidades do folhetim OE são um apelo ao consumo furioso de tudo o que não envolva noticiários televisivos nos próximos dias.
26/10/10
«A Alemanha,
pela voz da chanceler Merkel, está a abandonar o seu tradicional europeísmo - que, diga-se tanto a ajudou no tempo da unificação - e a manifestar uma certa vontade política de liderar a União Europeia, abandonando a ideia dos Pais Fundadores, que era fazer, como se sabe, da Europa, uma Comunidade de iguais, entre todos os Estados-membros, pequenos ou grandes, pobres ou ricos».
Mário Soares, no DN de hoje
25/10/10
Definitivamente, a melhor
forma de evitar uma multa é fazer um olhar apavorado e indefeso e nunca, mas nunca, olhar de igual para igual para um agente de autoridade. Voltei a testar esta teoria hoje de manhã e ganhei 30 dias extras para actualizar a morada da carta da condução.
22/10/10
"Teixeira dos Santos
telefonou a Eduardo Catroga a felicitá-lo por ir coordenar as negociações com o Governo com vista à viabilização do Orçamento de Estado" diz a edição online do 'Expresso' mas podia muito bem dizer a 'TV Mais' a propósito de uma novela qualquer da TVI. Conseguirá Pedro vencer José? Quanto irá aumentar o IVA? 22 ou 23%? Quem vai cortar a despesa pública? Qual o destino das parcerias público-privadas? O orçamento irá sobreviver? Como vai terminar o romance de Teixeira e Eduardo? Não perca numa banca, televisão, rádio ou trajecto de táxi perto de si.
21/10/10
20/10/10
18/10/10
É estranho
e incongruente que o anúncio da recandidatura do rei dos tabus, do último reduto da moral e dos bons costumes da nossa política, do sempre correcto, rigoroso, diligente e íntegro vigilante da nossa República, tenha sido feito por um mediático comentador televisivo na mais sensacionalista das nossas estações, ao arrepio das mais elementares regras de educação e formalidade que caracterizam estes actos.
13/10/10
12/10/10
11/10/10
08/10/10
07/10/10
Aprova em nome do interesse nacional,
não aprova em nome do interesse nacional, viabiliza porque tem de ser, abstém-se para não ficar associado a tanta incompetência, deixa passar, vota contra, acha mau, acha péssimo. Oponho-me a esta oposição, que põe e dispõe, sem que ninguém se oponha à sua medíocre existência.
06/10/10
Definitivamente
a maioria das pessoas tende a escolher no momento das grandes decisões o caminho mais fácil, mais confortável, mais tranquilo, projectando a própria felicidade numa ficção que nunca deixará de o ser.
01/10/10
As palavras
«As palavras, como os seres vivos, nascem de vocábulos anteriores, desenvolvem-se e fatalmente morrem. As mais afortunadas reproduzem-se. Há-as de índole agreste, cuja simples presença fere e desagrada, e outras que de tão amoráveis tudo à sua volta suavizam. Estas iluminam, aquelas confundem. Umas são selvagens, irascíveis, cheiram mal dos pés, fungam e cospem no chão. Outras, logo ao lado, parecem altivas e delicadas orquídeas».
'Milagrário Pessoal,' José Eduardo Agualusa
29/09/10
28/09/10
Estava aqui a ler
que muitos médicos do Alentejo continuam a enviar doentes oncológicos para Lisboa porque desconhecem a existência da unidade de radioterapia toda xpto do Hospital de Évora, obrigando os utentes a viagens diárias e desnecessárias para a capital. Diz o responsável pela unidade que «lamenta a falta de informação dos profissionais de saúde». E eu achar que vivíamos numa Sociedade de informação. Ando para aqui enganada, é o que é.
26/09/10
23/09/10
E eis que hoje junto mais uma
pessoa às duas do post anterior. Sendo que, neste caso, não via com maus olhos associar a ofensa a uma queda 'acidental' das escadas com direito a perna partida. Em plena consciência de que não estou a ser má.
21/09/10
Quem diria
que a tolerante e moderada e simpática e informada e culta e eficiente Suécia iria permitir a entrada de 20 deputados de extrema-direita no Parlamento. Não sei se é caso para ficar assustada ou acreditar que"é bem feita, qu'é para verem que até os países mais perfeitos do mundo são capazes de fazer coisas muito estúpidas".
19/09/10
17/09/10
16/09/10
Parece que a subsidiária do Grupo Vodacom
em Moçambique recebeu instruções da entidade reguladora das telecomunicações para suspender temporariamente os serviços de SMS no país e, como exemplo de empresa privada que se alimenta das boas e promíscuas relações com o poder político, acatou respeitosamente os apetites do Governo, borrifando-se para o compromisso assumido com a clientela que lhe garante o volume de negócios e a existência. É bonito.
14/09/10
13/09/10
Agora e só para chatear
apetece-me falar do Pedro Fraga e do Nuno Mendes, que afiambraram uma medalha de prata nos Campeonatos Europeus de Remo, e na Telma que fez o mesmo na final dos mundiais de judo. Há vida e há resultados para além do futebol que insiste em manter-se na ordem do dia em tudo quanto é jornal, noticiário televisivo e radiofónico, conversa de café, de cigarro e de circunstância.
10/09/10
08/09/10
03/09/10
02/09/10
27/08/10
26/08/10
25/08/10
24/08/10
23/08/10
21/08/10
19/08/10
Não se percebe
porque razão as «escolas do 1.º ciclo que, com menos de 20 alunos, na sua esmagadora maioria escolas de sala única, onde o professor ensina ao mesmo tempo e na mesma sala, alunos do 1.º ao 4.º anos, passam a ser uma excepção» é uma medida assim tão condenável.
Alguém gostaria de ter frequentado uma escola assim?
18/08/10
Obrigada,
querido mês de Agosto. Pelos filmes "beijos e balas" que brotam nas salas de cinema, pelas fotos dos grandes malucos dos portugueses que todos os dias fecham o 'Jornal da Noite' da SIC, pelo sucesso do Bebé em Manchester, pelo homem de Massamá que ainda há-de governar este país e pelas imagens da Rosalina Ribeiro a ajeitar o vestido no elevador 15 minutos antes de ser assassinada.
17/08/10
16/08/10
13/08/10
Deve haver
um momento na vida em que se pára de fazer coisas a pensar no futuro e em que se começa realmente a viver o presente sem a ansiedade dos anos que estão para vir. O segredo está em antecipar o mais possível esse momento.
12/08/10
11/08/10
10/08/10
Bem pode
estimular a formação de colagénio, elastina e componentes dérmicos que reparam o envelhecimento da pele. Até pode pagar-me a prestação do carro ou umas morangoskas no Bairro Alto ou fazer-me o trabalho de uma semana inteira ou limpar-me os vidros da sala. Na minha epiderme, é que nunca há-de tocar um miligrama que seja de creme de baba de caracol.
09/08/10
Adoro
o ar compungido barra ignorante com que Naomi Campbell conta como dois malvados lhe bateram à porta a meio da noite para lhe entregar um saco com umas "pedras sujas", que ela só abriu - adoro esta parte - no dia seguinte. A pobre não percebeu nada. Sabe lá ela o que é isso dos diamantes de sangue. E como se isto tudo não fosse já uma grande maçada para a rapariga agora aparece a Mia Farrow a dizer que se recorda perfeitamente dela lhe ter dito, num chitex só, que tinha recebido um grande diamante. Bolas. Há dias que mais vale uma pessoa não sair da cama.
05/08/10
Perante um cardápio
que inclui CardioKick, Bikindoor, CardioJump, PushPower, X55, Kimax e mais umas 750 modalidades com "body" no nome, estou praticamente decidida a não contrariar a alegre sedentária que habita em mim.
04/08/10
03/08/10
02/08/10
Uma forma
simpática de terminar o primeiro dia de trabalho após duas semanas de férias poderá eventualmente passar por aqui. Ou então, ir para casa começar a planear as próximas. Entre as duas, o meu coração balança. Claro que uma consulta ao saldo bancário invalida qualquer uma das duas ideias anteriores. Pelo sim, pelo não, vou manter-me na ignorância.
21/07/10
Pergunto-me muitas vezes
se a SIC Notícias, a RTP N e a TVI24 não conseguem inventar nada para transmitir ao serão além do estafado modelo de debate com analistas políticos ou lá como lhe podemos chamar que oscilam entre a galhofa e a gritaria. Uma boa reportagem de quando em quando não caía mal. Eventualmente, algumas compradas a canais de informação internacionais. Ou uma grande entrevista com uma personalidade da cultura, por exemplo. Ou do desporto, ou do ambiente ou da religião. Há vida para além da opinião política de uns certos e determinados caramelos que pululam por estes canais noite após noite ou não?
20/07/10
Suponho
que as pessoas que criticaram a legalização do casamento homossexual por achar "que há problemas mais urgentes para resolver no país" tenham a mesma posição agora quanto à proposta de revisão da Constituição do PSD, sendo que esta última, caso avance, tem sérias consequências para todos nós. Já a primeira, basicamente, só enervou os moralistas do costume que não apreciam nem a diferença, nem a felicidade dos outros.
19/07/10
15/07/10
11/07/10
08/07/10
07/07/10
Irritam-me
frases que começam em «há uma coisa que não posso contar» mas, sempre que posso, vingo-me da pessoa que a utiliza. O gozo é claramente proporcional à irritação.
04/07/10
Acho chocante
como de dia para dia a teoria da prescrição do processo Casa Pia começa a ganhar forma, a instalar-se confortavelmente no lote de casos que a justiça portuguesa não consegue ou não quer resolver e que fica para a história, transformando-se daqui a uns anos numa grande produção televisiva onde qualquer semelhança com a realidade é pura ficção.
30/06/10
27/06/10
Duas letrinhas apenas
«A fé é semelhante à arte porque é a percepção de uma ordem no universo, de que o mundo tem significado. A religião organiza isto num culto, em rituais, em práticas sociais que podem tornar-se erradas se se tornarem substitutos da própria fé, com o seu formalismo e ritualismo. E a ideologia é o uso dos símbolos da fé como etiquetas de reivindicações de grupos de pessoas».
Aziz Esmail (filósofo muçulmano em entrevista ao 'Expresso')
Subscrever:
Mensagens (Atom)





























