20/08/14
27/02/14
11/02/14
Quando o despudor
se instala e "não há nada de mais natural" (dito assim mesmo) do que adormecer monárquico e anti-imigração e acordar republicano e pró-imigração, desconfio que o futuro deixou de existir para nós.
10/02/14
Quando falham
todos os argumentos óbvios, é fazer entrar outros em campo. Pode ser que resulte. A esta altura do campeonato, todas as jogadas são permitidas para evitar o pântano.
05/02/14
Por favor,
acabem com os amplos debates na sociedade, os objectores de consciência, os direitos de fetos: isto não pode acontecer e muito menos no hospital público. É em Espanha, mas podia ser na minha rua. É a Daniela, mas podia ser a Joana, a Teresa, a Cátia, a Pilar, a Vanessa, a Sandra ou a Maria. Seria, será sempre uma vergonha para todos nós.
22/01/14
11 mil mortos,
Sr. Walid al-Moallem, 11 mil mortos desde 2011, todos com carimbo do Governo Sírio. Falar em legitimidade neste contexto é uma aberração, é hediondo.
21/01/14
20/01/14
15/01/14
A comunicação 'não-verbal'
é uma arte que me fascina, especialmente em momentos como este, onde a um beicinho pode corresponder tanta coisa e um humedecer de lábios está para além de uma causa tão comezinha como ficar com a boca seca depois de falar um bom bocado.
13/01/14
Esta
senhora e os seus amigos terão abandonado os seus cargos há uns meses por causa da bronca dos contratos swap, mas na verdade nunca chegaram a abandonar as funções porque estavam a aguardar pelo concurso para concretizar a saída, e neste intervalo, resolveram candidatar-se aos mesmos cargos, nos quais estavam demissionários, em virtude da bronca dos contratos swaps. Ou seja, a culpa é dos contratos swap, que não são culpa de ninguém, e toda a gente devia ter direito a seis meses de férias, é esta a história, não inventem.
10/01/14
07/01/14
Qual é a graça,
sinceramente, aqui para nós que ninguém nos ouve, de enfrentar ou sequer de observar a distância pouco segura ondas gigantes, absolutamente assustadoras, que nada oferecem, além do risco de provocar mortes, danos materiais e adrenalina a meia-dúzia de surfistas tresloucados?
03/01/14
30/12/13
Bom 2014
Para católicas, para vingativas, para altruístas, para rurais, para amantes da velocidade, e agora também para nós, portuguesas, cortesia de uma dúzia de bem intencionados rapazes de Setúbal. Mecânicos, camionistas e serralheiros de todo o mundo, uni-vos
para defender a vossa história, os vossos saberes e costumes, não deixem morrer
o calendário das gajas boas.
27/12/13
«Uma prova
como aquela a que o seu ministério submeteu os seus professores só confirma que a avaliação, tal como ela é praticada, é um dispositivo de exterioridade, completamente estranho à substância, ao saber a transmitir e aos problemas do ensino. Mas escusava de mostrar tão claramente como tem mostrado, que pretende instaurar um regime de subordinação injusta, onde a brutalidade das relações se tornou a regra: entre alunos, entre alunos e professores, entre professores e pais. Todos são apanhados numa mecânica da subordinação recíproca. Ou, mais nitidamente, de domesticação». (António Guerreiro, ipsilon de hoje)
26/12/13
As cozinhas
tresandam a fogão, as pessoas idem, os cafés são tomados de assalto por rectângulos de mesa repletos de fritos moles e húmidos, os supermercados empurram inocentes em busca de papel higiénico para uma corrente sem fim de adeptos do bolo rei, a TV desdobra-se em directos da ceia dos sós, dos sem-abrigo, dos vegetarianos e do bacalhau com couve à moda de toda a gente, pingam fotos de mesas natalícias no facebook, há torres de caixas de bolos a ameaçar ruir a qualquer momento em qualquer ecoponto, enfarda-se sem pudor, não se aguenta nem mais uma rabanada mas tem de ser, é Natal.
23/12/13
Feliz Natal
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| The best moms have your beer waiting when you get home.Photo: Tom Kelley Studios/Getty Imagesaqui |
20/12/13
«Qual seria a sua viagem imaginária?
Ohhh... simplesmente ficar em casa imaginando que o resto do mundo não me viria bater à porta, não me viria incomodar.
Ficava um nómada na biblioteca?
Sim, acho que sim. Transformava a minha casa numa ilha deserta.»
(Alberto Manguel ).
Tão fácil de entender, mas tão difícil de explicar.
Ficava um nómada na biblioteca?
Sim, acho que sim. Transformava a minha casa numa ilha deserta.»
(Alberto Manguel ).
Tão fácil de entender, mas tão difícil de explicar.
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