ainda gostava que alguém me explicasse esta nossa estranha fixação com os Fura dels Baus. Ok, os senhores sabem fazer grandes espectáculos de encher o olho mais exigente mas há vida para além de toda uma parafernália de luzes e sons e projecções de vídeo e equipa gigantescas que até metem locais e tudo. Acho que Guimarães merecia uma coisa diferente. Única. E já agora, nossa.
20/01/12
11/01/12
10/01/12
Horror dos horrores,
parece que a exposição ao fumo dos facínoras que aliviam o vício à porta dos restaurantes é uma ameaça à saúde pública. Na qualidade de potencial criminosa, sugiro que me poupem a este crescendo furioso de legislação restritiva e saltem directamente para o episódio em que me irão deter em casa, com pulseira electrónica e termo de residência. Não há necessidade nenhuma de prolongar esta novela. Como em qualquer formato do género, os vilões são sempre castigados no final.
09/01/12
Perderam
um bocado de gás é certo, já não produzem tantas quezílias e debates inflamados, também é verdade. Mas isso não é necessariamente mau. Assim à cabeça, é de louvar que - pelo facto de já não estarem na moda - desapareceram muitos blogues cujo conteúdo tinha tanto interesse para a humanidade como os rituais de acasalamento do mosquito tigre asiático. Grande Darwin.
05/01/12
"O essencial,
para aproveitar uma viagem, é tomá‑la como uma finalidade em si mesma. Andar pelo mundo um pouco ao acaso é muito agradável. Viajar sem ter um objectivo concreto é uma autêntica maravilha. Eu sinto que poderia assim curar-me de todos os meus vícios e de todas as minhas virtudes — no caso de ter alguma. O que jamais poderei pôr de parte é a minha recalcitrante vagabundagem".
(Josep Pla, retirado aqui)
04/01/12
02/01/12
Uma pessoa
até se esforça. E finge que não o faz. Que é uma palermice, que não vale a pena, que é sempre a mesma coisa, que não resulta. A questão é que não dá. É mais forte do que nós. Quando damos por isso, ups, já aconteceu, já é tarde demais para voltar atrás. Os desejos estão pedidos e agora não há ninguém que me tire da cabeça que eles não vão concretizar-se.
30/12/11
28/12/11
26/12/11
Por estes dias,
é vê-las por aí. Para todos os gostos e curiosidades. Umas pequenas, umas maiores, umas gigantes que duvido que alguém consigo ler até ao fim. Há as clássicas, há as insólitas. Há as que não servem para nada, mas só por terem dado gozo a quem as fez, já merecem existir. Escolhi esta lista. Porque há palavras que o vento não devia levar e porque somos um povo esquecido. Para o bem e para o mal.
22/12/11
20/12/11
Aparentemente,
esta campanha da Donna Karan teve o objectivo de «fundir o espírito vibrante do Haiti com a inspiração
sexy de Nova Iorque». Diria que a única coisa que conseguiu fundir foi estupidez com um mau gosto de se lhe tirar o chapéu.
16/12/11
Mais duas horas
de sono hoje e evitavam-se dois aborrecimentos: uma bela dupla de papos escuros debaixo dos olhos e um sonho interrompido no momento em que caminhava para um deslumbrante epílogo.
14/12/11
12/12/11
Ou é da idade
ou estou sem paciência para as ruas imundas e super alternativas do Bairro Alto, a cheirar a xixi e cheias de lixo, repletas de gente que varia entre a pré-coma alcoólica juvenil e o turista que vagueia de cabeça no ar, fascinado pelos autóctones como se estivesse numa savana africana.
09/12/11
05/12/11
02/12/11
Há
a crise da dívida soberana, um filho de estripador que só denuncia o pai para poder entrar num concurso de TV, uma moeda com os dias contados, há desemprego, há despedimentos, há fome e há desespero. Mas também há notícias destas. Que nos deixam acreditar que ainda há histórias com um final feliz.
29/11/11
28/11/11
25/11/11
«É preciso
perceber-se que a austeridade por si só não vai resolver os problemas porque não vai estimular o crescimento (...) Se baixamos os salários, vai piorar a procura e a recessão (...) é necessário que a flexibilidade seja acompanhada por compensações do lado da segurança dos trabalhadores».
(Joseph Stiglitz, Nobel de Economia 2001 e antigo vice-presidente do Banco Mundial)
Será preciso ser Nobel para chegar a esta conclusão?
24/11/11
Hoje é dia
de regressar a Eugénio de Andrade.
«Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves».
«Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves».
23/11/11
Como é que
se acaba com os risinhos estúpidos de uma colega de trabalho que troca emails ou fala no messenger o dia inteiro? Uma marretada no portátil ou na cabeça?
21/11/11
18/11/11
Começo o dia
em gozo absoluto quando dou de caras com uma ex-colega de liceu que não via há 500 quilos, prossigo com a frustração de não poder dizer o que penso sobre a suposta importância de alguém que não vale um caracol, delicio-me com um almoço improvisado que saiu melhor do que a encomenda e anseio por saber o que me reserva o regresso a casa, tendo em conta que ontem quase passei o serão numa carruagem entre o Marquês e a Baixa Chiado. A vida é mais ou menos isto: um mix de diferentes estados de espírito, uma ou outra boa surpresa e outra má e uma pessoa em permanência para nos chatear a mona.
17/11/11
Portanto,
a ideia é baixar os salários no sector privado para competir, por exemplo, com a China, que tem mão-de-obra barata e submissa. Tendo em conta que o vencimento médio em Portugal se situa nos 813 euros líquidos fico para aqui a pensar que não tarda estamos todos numa dieta forçada de arroz chau chau.
16/11/11
15/11/11
Ok? Estamos entendidos?
'A maioria dos utilizadores das redes sociais nos países desenvolvidos não gosta de receber mensagens publicitárias enquanto usa as redes sociais. A conclusão é de um estudo da TNS que inquiriu 72 mil internautas. A percentagem média dos utilizadores que não querem marcas como amigas nas redes sociais é de 57 por cento nos países desenvolvidos' (aqui)
14/11/11
11/11/11
09/11/11
Mas porque
é que as mulheres continuam a irritar-se com os concursos de beleza? Em que é que meia dúzia de miúdas de fato de banho, sempre tão disponíveis para acabar com a fome no mundo, ameaçam a inteligência e as conquistas do género feminino?
08/11/11
07/11/11
04/11/11
03/11/11
02/11/11
Maldita a hora
em que decidi espreitar uma pasta que dizia "Festa de Natal 2010". O lado positivo é que ganhei tempo para pensar em desculpas alternativas e eventualmente mais credíveis do que uma gripe com dores no corpo ou uma súbita intoxicação alimentar.
31/10/11
26/10/11
Isto é
extraordinário. A RTP tem 300 funcionários que pode dispensar assim do pé para a mão sem comprometer a sua actividade? E o que andaram eles a fazer até agora?
25/10/11
24/10/11
A excitação
com os cortes aqui e os aumentos acolá foi tanta que, se não fosse a comunicação social, até se esqueciam destes simpáticos senhores. Mas, pronto, a escrupulosa maioria já está a tomar medidas para garantir que somos todos filhos. Ou enteados, conforme a perspectiva.
18/10/11
17/10/11
Os iPads
são super úteis, cheios de ferramentas e funcionalidades XPTO, blá blá, bonitos, rápidos, práticos, indispensáveis a todos os gestores dos nossos dias, mas o seu uso doentio em reuniões de trabalho começa a roçar a má-criação. Dez pessoas sentadas numa mesa, com uma a falar e nove de cabeça baixa a tactear furiosamente um rectângulo não é uma coisa bonita de se ver.
14/10/11
Ele fica com os subsídios de férias e Natal,
corta feriados, aumenta horas de trabalho e acaba com as deduções fiscais mas não abre mão do leite achocolatado. Não há dúvida que é um homem de causas. Até arrepia.
13/10/11
10/10/11
Parece que não
estou sozinha nesta coisa de ter reuniões que não produzem efeitos. Ou que se limitam a adiá-los.
04/10/11
Todos os dias
há novidades da Madeira. Hoje, foi esta. Sabe-se lá o que virá amanhã. Uma coisa é certa: se os madeirenses continuarem a elegê-lo, merecem cada cêntimo perdido em obras desnecessárias, festas ridículas ou cargos para os amigos.
03/10/11
Alguma coisa
está errada quando um líder sindical, excitado com a vasta comitiva que o acompanha numa manifestação, responde a um jornalista que está muito "satisfeito". Satisfeito com o quê exactamente? Com a oportunidade de celebrar na rua a imensa crise em que o nosso país se encontra mergulhado?
30/09/11
Basicamente
hoje acordei assim tipo incomodada, meia envergonhada, como o sol. Ele por estar na estação errada, eu no concelho errado.
27/09/11
09/09/11
'Para quem
ama, amanhã, por muito improvável que seja, é melhor do que ontem. Mas hoje pode ser, quando se tem sorte, o dia perfeito'.
(MEC, claro, no Público de hoje)
08/09/11
Pensamento da semana
A luta da Assunção Cristas contra as gravatas devia ser levada muito o sério. E, se possível, estendida também aos saltos altos.
04/09/11
02/09/11
Não consigo evitar
não achar graça a isto, que de alguma forma, representa uma espécie de vingança aos anos e anos de letras pequeninas, de cláusulas abusivas, de apólices pouco claras, etc e tal. Entalar uma seguradora faz parte do imaginário de qualquer proprietário português.
01/09/11
29/08/11
Não sei se é bom ou mau
mas não há assim tanta coisa no mundo que consiga deixar-me mais feliz do que limpar uma caixa de chocolates em menos de meia hora.
27/08/11
No meio
de mais uma trapalhada das secretas - quantos inquéritos semelhantes a este já correm? - uma palavrinha de apreço pela eficiência e prontidão da Optimus em disponibilizar a lista de chamadas e sms do jornalista por dá cá aquela palha. Fossem sempre assim, expeditos, a resolver todos os problemas dos clientes.
25/08/11
24/08/11
22/08/11
18/08/11
Eu tento
com todas as forças, dou liberdade total ao pensamento, deixo-o correr ao sabor dos mais improváveis cenários, das imagens mais bizarras que os meus olhos possam imaginar visualizar. Mas é inútil. Não dá. Não consigo imaginá-lo em Boliqueime, sentado à beira da piscina com o portátil no colo, a escrever insípidas prosas no Facebook enquanto beberica o seu cocktail sem álcool.
17/08/11
No regresso
aos noticiários televisivos das 20h, dou por mim a suspirar pela fase do alinhamento em que começam as notícias da próxima jornada do campeonato de futebol. E tenho até umas certas saudades dos directos do festival do caracol de Loures e das reportagens sobre as praias de nudistas e coisas assim, levezinhas e próprias deste querido mês de Agosto.
10/08/11
09/08/11
A coisa boa
de ir a uma sala de cinema da Zon Lusomundo é que uma pessoa sente-se a viver uma experiência adolescente, com o seu quê de radical. Chega à sala, leva logo com uma boa composição de anúncios - uma média de 20 por sessão - cuidadosamente seleccionados para o consumidor que gosta de ser tratado por tu. O ambiente é super cool: as sessões têm hora marcada mas como as pessoas já não sabem a que horas começa realmente o filme vão aparecendo aos poucos, sem pressas, convidando os espectadores pontuais a uma coreografia de levanta e senta na cadeira semelhante às ondas que se fazem nos concertos. Enquanto isso, a meia luz da sala propicia bons momentos de convívio e conversa solta até que alguém repara que está a passar um trailer. A partir daí e até ao final do filme entram em cena os ruídos provenientes de centenas de mãos a mergulhar furiosamente nos alguidares de pipocas em busca da pipoca mais difícil - a que se encontra mesmo, mesmo no fundo - som ao qual se junta uma magnífica orquestra de milhares de sorvos de coca-cola em palhinhas, numa sobreposição constante com o som do próprio filme que só termina quando as luzes se acendem e a multidão se dirige à porta de saída, deixando atrás de si uma alcatifa de padrão multicolor, feito de pipocas esmagadas e restos de copos de cartão. Ir aos cinemas da Zon Lusomundo pode e deve ser tão divertido como uma saída para os copos. As diferenças são cada vez menores.
05/08/11
«Não sou ingénuo.
O comunismo do século XX está morto. Claro que não acredito no retorno do Partido Comunista. Uso estes termos porque se referem à memória colectiva da humanidade e remetem para alguns momentos em que existiram explosões populares igualitárias verdadeiras. Não se trata de repetir o modelo que fracassou, mas de preservar o momento em que foi possível ter a liberdade de pensar e agir segundo a ideia de que o capitalismo não era inevitável».
Slavoj Zizek, filósofo e psicanalista esloveno (ípsilon de hoje)
03/08/11
É que não
há figura pública, quase pública, louca para ser pública ou pública no bairro onde vive que não corra a fazer as praias e os bares abertos todos do Barlavento ao Sotavento em Agosto, em festas e noites temáticas em discotecas e bares chill out e afins. É vê-los em tudo o que é revista com um ar saudável e feliz, como se estivessem realmente de férias e não numa fona desenfreada para serem vistos.
Se eu fosse uma figura pública - daquelas que arrastam fotógrafos atrás e coisas assim - o último lugar para onde iria em Agosto seria o Algarve. Não sendo, também o deixo todinho para esta malta fazer a sua mise en scène estival entre pares e sem gente anónima para atrapalhar.
02/08/11
Isto é que era
uma rica ideia para a rentreé televisiva em vez da nova grupeta de obesos mórbidos que aí vem.
01/08/11
Pois que
venha Janeiro, venha ele com a 'simplificação da estrutura de tarifário' que deve ser uma coisa boa. Se não for também não há problema: sempre fomos razoáveis no atletismo, agora teremos oportunidade de poder praticá-lo todos os dias, de casa para o trabalho e vice-versa, e havemos de papar as medalhas todas nos Jogos Olímpicos de Londres. Este ministro da economia é um visionário é o que é.
28/07/11
45 minutos
de crawl numa piscina de 25 metros absolutamente deserta tem os melhores efeitos secundários do mundo.
25/07/11
Se alguém decidisse avaliar
os países pelas caixas de comentários dos sites dos seus jornais, teria que inventar uma categoria nova para Portugal. Qualquer coisa acima de país de energúmenos seria um elogio.
21/07/11
No (meu) planeta,
amanhã é dia de Cimeira Extraordinária, as taxas de juro vão bater no vermelho e os líderes da Velha Europa vão ter que enfrentar um cenário de recuo acentuado dos mercados de dívida secundários. Mas as obrigações do tesouro dos países periféricos vão aguentar a pressão. Vão, vão.
20/07/11
13/07/11
40% de idosos
em Portugal são vítimas de violência, dados da OMS. É altamente provável que, algures na minha rua, no meu prédio, no meu local de trabalho ou no supermercado onde vou, haja um filho ou um sobrinho que negue comida a um idoso ou que lhe bata. E isso é uma ideia perfeitamente assustadora num país que caminha furiosamente para o envelhecimento.
11/07/11
06/07/11
03/07/11
30/06/11
É claro
como a água: as eleições aconteceram há menos de um mês, os portugueses votaram de forma livre e responsável numa ideia para o país que lhes foi apresentada sem enganos nem equívocos pela direita, rejeitando o pensamento de uma esquerda que nunca achou oportuno discutir a ajuda externa que nos vai manter à tona de água sabe-se lá durante quanto tempo, portanto que sentido faz isto ?
29/06/11
27/06/11
23/06/11
Nunca tinha reparado,
não sei se existe há muito tempo e eu ando distraída mas no site do 'Correio da Manhã' há um mapa de mortes violentas em Portugal, onde é possível saber quais os homicídios mais horrendos de 2011, localizá-los no território português, ver fotos e vídeos e pesquisar por mês do crime, idade e sexo da vítima. Talvez a ideia seja eleger os melhores do ano, tipo os mortos mais sexy ou os homicídios mais rebuscados, e entregar os prémios numa gala no Coliseu apresentada pelo Rei Ghob. Se não for para isso, não estou a ver, assim de repente, outra utilidade para esta estranha lista de espancamentos, facadas, degolações, marteladas e golpes de foices.
22/06/11
21/06/11
Só mesmo a candidatura
de uma senhora à AR para desviar as atenções sobre as trapalhadas de ontem com o senhor que quis ser Presidente da República, depois presidente da AR, não queria ser deputado mas afinal já quer.
16/06/11
06/06/11
O episódio
do vidro partido no Altis, as esperas à porta do elevador, as perguntas repetidas à exaustão, as perseguições de mota, os directos das sedes de campanha dos derrotados a mostrar desmontagens, mais a-minha-sondagem-à-boca-das-urnas-é-melhor-do-que-a-tua. Porque é que os canais insistem neste modelo de jornalismo espectáculo quando o que precisamos é da informação pura e dura dos números, dos discursos dos protagonistas e de um ou outro comentador que possa ajudar a enquadrar os acontecimentos?
31/05/11
29/05/11
Absolutamente inacreditável
esta recta final da campanha do PSD. Depois do referendo ao referendo, só mesmo o regresso da senhora que suspendia a democracia por seis meses e que agora não anda «à procura de outro primeiro-ministro, mas anda à procura que o engenheiro Sócrates saia de primeiro-ministro». Ou seja, não lhe interessa nada quem é que deve governar o país, que palermice é esta agora de nos preocuparmos com essas miudezas, temos é que garantir a derrota do outro.
20/05/11
Se ele conseguir cometer
a proeza de perder as eleições mais fáceis de ganhar das últimas décadas, tem futuro como autor das frases mais apocalípticas dos últimos anos.
18/05/11
09/05/11
Sim senhor,
isto hoje está a ser uma verdadeira segunda-feira, no verdadeiro sentido da palavra. Falta chegar a casa e ter a água ou a luz cortada ou alguma coisa deste género.
07/05/11
Pois sim
diz António Barreto numa entrevista ao 'i' e não sem alguma razão que o primeiro ministro precisa de ser severamente castigado e a melhor maneira de o fazer é por via eleitoral. Já sobre os restantes candidatos, nada se lhe oferece dizer. Ou seja, o primeiro-ministro que temos é mau, o que podíamos ter não existe. A alternativa é o voto em branco, o nulo ou simplesmente uma ida à praia no dia 5 de Junho. Só para chatear o Eng. Sócrates.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



















